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Biotecnologia pode reduzir a pobreza na Tanzânia (25/06/2006)

Pesquisadores da engenharia genética incitaram o governo da Tanzânia a desenvolver políticas que facilitem o uso da biotecnologia no combate à pobreza. O apelo aconteceu numa conferência organizada pela Comissão para a Ciência e Tecnologia (Costech). Entre as recomendações feitas, incluem-se financiamentos de pesquisas adequados, modernização da infra-estrutura e projetos de capacitação profissional para o setor.

De acordo com Roshan Abdallah, cientista do Instituto de Pesquisas em Pesticidas Tropicais (TPRI), autoridades da Tanzânia precisam acelerar o processo de regulamentação das atividades ligadas à biotecnologia. “As pesquisas tomam um longo tempo. A contar do início dos trabalhos, levarão cerca de seis anos para que produtos geneticamente modificados sejam produzidos e comercializados”, complementa.

Conforme os pesquisadores, a Tanzânia vive um estágio avançado no conhecimento de modificação genética, se comparada com outros países em desenvolvimento. Eles também afirmam que a biotecnologia tem potencial para reduzir a pobreza e aumentar a segurança alimentar da população local. A notícia foi divulgada pelo site canadense Agbios.

Fonte: Sunday News – 29 de maio 2006

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