Flavio Finardi Filho

É graduado em Farmácia Bioquímica, com ênfase em Alimentos, pela Universidade de São Paulo (USP). Tem mestrado e doutorado em Ciências dos Alimentos também pela USP. Pós-doutor em Biologia Molecular e Celular de Plantas pela Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos, e também em Ciência dos Alimentos e Química de Macromoléculas, com ênfase em Proteínas, pela Universidade Politécnica de Madri, na Espanha. Possui livre-docência em Química, Bioquímica e Biologia Molecular de Alimentos pela USP. Atualmente, é professor associado do Departamento de Alimentos e Nutrição Experimental da USP. Pesquisa alimentos geneticamente modificados, segurança alimentar, proteínas alergênicas de alimentos, e caracterização bioquímica e molecular de proteínas e enzimas. Foi membro da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) e exerceu a presidência da entidade entre março de 2012 e março de 2014.

O que é e o que faz a CTNBio?

Respondido em: 16-11-2016

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, deve acompanhar o desenvolvimento técnico-científico nas áreas de biossegurança, biotecnologia e bioética. Ela avalia cada pedido de pesquisa ou comercialização de OGM no país e só libera um produto transgênico após testes de biossegurança.
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Quem avalia a biossegurança dos transgênicos?

Respondido em: 21-10-2016

A biossegurança (ações para minimizar os ricos de produtos à saúde humana, animal e ao meio ambiente) dos transgênicos é garantida no Brasil pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), conforme determinado pela Lei de Biossegurança (11.105/05).
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Qual é a taxa de adoção de sementes transgênicas em comparação às suas versões convencionais no Brasil?

Respondido em: 21-10-2016

No caso da soja, o índice de uso de grãos transgênicos passou de 71% em 2009 para 94,2% em 2015, numa área de 11,9 mi/ha. Com o milho, a fatia de itens GM também tem crescido: de 31% em 2009 para 84,6% em 2015. Mas o grande destaque foi o algodão, cuja taxa de adoção das versões transgênicas era de 16% em 2009 e atingiu 73% em 2015, aponta o ISAAA.
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O Brasil é um grande produtor de transgênicos?

Respondido em: 21-10-2016

O Brasil é o 2º país do mundo que mais adota culturas transgênicas, atrás apenas dos EUA. Em 2015, manteve o posto pelo 7º ano, com uma área de 44,2 mi/ha, segundo o ISAAA. Em relação a 2014, o total destinado às sementes GM aumentou 2 mi/ha. Já nos EUA, foram cultivados 70,9 mi/ha de transgênicos em 2015, enquanto no planeta todo foram 179,7 mi/ha.
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Como a agricultura pode contribuir para a redução da pobreza?

Respondido em: 21-10-2016

Aumentar a produtividade no campo, com o uso de novas tecnologias, eleva a oferta de comida, gera riquezas e qualidade de vida e reduz o estresse físico e mental dos agricultores. Estudo do Banco Mundial diz que, com uma produção de alimentos 1% maior, pode-se tirar da pobreza 1,3 milhão de pessoas no Sul da Ásia e 2 milhões na África Subsaariana.
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Existem pesquisas no Brasil sobre a segurança ambiental de plantas transgênicas?

Respondido em: 21-10-2016

Sim. Diversas entidades de pesquisa, públicas e privadas, estudam a segurança ambiental de plantas transgênicas em ecossistemas do país. Os resultados são apresentados à CTNBio como exigência para aprovação de novos OGM. Todas as conclusões de pesquisas com OGM ficam disponíveis para consulta, por meio da solicitação de cópias dos processos.
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A CTNBio e o desafio de promover a competitividade e inovação na agricultura brasileira

Publicado em: 04-02-2013

À frente do órgão que analisa e aprova os transgênicos no Brasil, o presidente da CTNBio, Flávio FInardi, reafirma em artigo o rigor dos testes realizados e ressalta a importância do debate científico como critério de avaliação
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