Flavio Finardi Filho

É graduado em Farmácia Bioquímica, com ênfase em Alimentos, pela Universidade de São Paulo (USP). Tem mestrado e doutorado em Ciências dos Alimentos também pela USP. Pós-doutor em Biologia Molecular e Celular de Plantas pela Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos, e também em Ciência dos Alimentos e Química de Macromoléculas, com ênfase em Proteínas, pela Universidade Politécnica de Madri, na Espanha. Possui livre-docência em Química, Bioquímica e Biologia Molecular de Alimentos pela USP. Atualmente, é professor associado do Departamento de Alimentos e Nutrição Experimental da USP. Pesquisa alimentos geneticamente modificados, segurança alimentar, proteínas alergênicas de alimentos, e caracterização bioquímica e molecular de proteínas e enzimas. Foi membro da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) e exerceu a presidência da entidade entre março de 2012 e março de 2014.

O que é biodiversidade e como a tecnologia contribui para sua preservação?

Respondido em: 21-10-2016

É a variedade e a variabilidade existentes entre organismos vivos e a complexidade ecológica em que elas ocorrem. Tecnologias modernas (plantio direto, irrigação por gotejamento, rodízio de culturas e sementes transgênicas) permitem que a agricultura produza mais em uma mesma área, reduzindo a necessidade de as culturas avançarem sobre florestas.
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O que é biossegurança?

Respondido em: 21-10-2016

A biossegurança é o termo usado para denominar o conjunto de ações e procedimentos voltados ao controle e à minimização de riscos que possam surgir da exposição, manipulação e uso de organismos vivos. O objetivo é evitar danos e efeitos adversos ao homem, aos animais e ao meio ambiente.
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O que as instituições brasileiras pesquisam?

Respondido em: 21-10-2016

A Embrapa tem desenvolvido inúmeras variedades de OGM, como soja resistente à seca, soja que produz compostos medicinais e alface com maior teor de ácido fólico. Já a UFMG pesquisa alfaces com potencial para produção de vacina contra leishmaniose, e o Instituto Butantã está em fase final de testes para dose contra os quatro sorotipos da dengue.
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É verdade que um tipo de arroz transgênico ajuda a combater a deficiência de ferro e zinco?

Respondido em: 21-10-2016

Sim. Um grupo de cientistas do Japão, Filipinas, Colômbia, Indonésia, EUA e Austrália desenvolveu um arroz geneticamente modificado com melhor composição nutricional. Os pesquisadores introduziram uma combinação de genes em variedade do cereal, e o resultado foi um grão com mais ferro e zinco. O estudo foi publicado na revista “Nature” de fevereiro.
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Como é garantida a segurança dos transgênicos para a alimentação no mundo?

Respondido em: 21-10-2016

Os transgênicos disponíveis no mercado são submetidos a análises toxicológicas, alergênicas, nutricionais, agronômicas e ambientais feitas por uma comissão de especialistas em biossegurança. Só quando não há evidências científicas de malefícios à saúde humana, animal e ao meio ambiente é que eles são aprovados para cultivo comercial e consumo.
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A CTNBio e o desafio de promover a competitividade e inovação na agricultura brasileira

Publicado em: 04-02-2013

À frente do órgão que analisa e aprova os transgênicos no Brasil, o presidente da CTNBio, Flávio FInardi, reafirma em artigo o rigor dos testes realizados e ressalta a importância do debate científico como critério de avaliação
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