José Magid Waquil

Graduado em Agronomia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais, mestre em Entomologia pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), doutor pela Universidade Texas A&M, nos Estados Unidos, e pós-doutor pela Universidade do Nebraska, também nos EUA. Os dois últimos títulos foram obtidos na área de resistência a plantas e insetos. De 1975 a 2009, foi pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), concentrando seus estudos no Centro Nacional de Pesquisa de Milho e Sorgo, em Sete Lagoas (MG), onde se aposentou. Participou de programas de pesquisa e desenvolvimento para resistência e manejo de pragas como cigarrinha-do-milho, lagarta-do-cartucho do milho, mosca-do-sorgo e pulgão-verde. Atuou também como professor visitante de cursos de pós-graduação da UFV e da Universidade Federal de Lavras (UFLA), em Minas Gerais. Desde 2009, dedica-se aos estudos do milho Bt, obtido por meio da transformação genética da planta com genes da bactéria Bacillus thuringiensis. Atualmente, ainda presta consultoria sobre boas práticas agrícolas a várias empresas e instituições públicas e privadas, e faz palestras em eventos.

O que é refúgio e como fazê-lo?

Respondido em: 03-08-2017

O refúgio é a principal ferramenta para retardar a resistência em populações de insetos na agricultura. A prática consiste em cultivar uma área com plantas não Bt em lavouras Bt. Isso é fundamental para produzir animais suscetíveis à toxina inseticida que acasalem com os eventuais indivíduos resistentes e, assim, gerem uma prole suscetível ao Bt.
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O que são as boas práticas agronômicas?

Respondido em: 03-08-2017

São um conjunto de técnicas de manejo que ajudam o agricultor a fazer uso sustentável da biotecnologia no campo. As boas práticas incluem: dessecação antecipada, uso de sementes certificadas, tratamento de sementes, adoção de áreas de refúgio, controle de plantas daninhas e voluntárias, e monitoramento de pragas.
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O que são e para que servem as plantas Bt?

Respondido em: 03-08-2017

As plantas Bt contêm genes da bactéria Bacillus thuringiensis (Bt), que é naturalmente encontrada no solo e confere resistência a diferentes gêneros de insetos. Quando o animal ingere a planta Bt, a proteína ativa se liga a um receptor específico nas células do intestino deles, que fica danificado e faz com que os insetos acabem morrendo.
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A adoção de culturas transgênicas resistentes a insetos exige um manejo específico?

Respondido em: 21-10-2016

Sim. As culturas Bt podem ter sua eficácia comprometida pela seleção de insetos resistentes que são inicialmente raros, mas capazes de sobreviver e virar maioria após algumas gerações. Entre as estratégias de combate, estão: uso de sementes certificadas, tratamento com ingredientes químicos e/ou organismos biológicos, adoção de refúgio e controle de pragas.
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Boas práticas: adote essa ideia e preserve a tecnologia

Publicado em: 09-03-2016

O refúgio é essencial para a manutenção do desempenho das sementes geneticamente modificadas resistentes a insetos.
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