O ministro da Ciência e Tecnologia da África do Sul, Derek Hanekon, anunciou que vai reconsiderar a liberação das pesquisas com variedades de sorgo geneticamente modificado. Ele disse que “a pesquisa poderia permitir o melhor entendimento de aspectos de biossegurança, incluindo o fluxo gênico de cultivares indígenas, de capacidade de campo e habilidades dando, finalmente, a compreensão da melhor forma de manejo das tecnologias de modificação genética”.

O projeto africano de Biotecnologia do Sorgo, financiado pela Fundação Bill e Melinda Gates envolve cerca de US$18,5 milhões, propondo-se a melhorar nutrientes de banana, mandioca, arroz e sorgo. O programa envolve, entre outros, o Conselho para Ciência e Pesquisa da África do Sul, o Instituto Internacional para Pesquisa de Cultivos dos Trópicos Semi-áridos e as universidade de Pretoria (África do Sul) e Berkley California (EUA).

FONTE: Checkbiotech