Dados iniciais da produção de agricultores em KwaZulu-Natal, na África do Sul, que têm plantações GM de milho branco, mostram um significativo incremento de valor e de renda nesta safra. “Esta nova tecnologia é o que a África precisa para combater a alimentação deficiente e a fome”, disse o presidente da Hlabisa District Farmers Union.

O órgão conta com 150 “emergentes” que plantam em média uma área de 0,064 hectare. A plantação de Sithole’s rendeu, nessa área, 100 sacos, um aumento de 25% em relação à semente híbrida convencional, que resultou em 80 sacos. Ele diz que o milho pode servir para consumo humano, “mas, diante dos bons resultados, os agricultores vão usar a produção para fins comerciais”.

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