T.J. Buthelezi só tem elogios para a biotecnologia. Ele é um dos agricultores da África do Sul que adotou a plantação GM: “Esse processo mudou minha vida”, diz ele, explicando que anteriormente tinha problemas financeiros, “mas desde que passei a cultivar algodão Bt consegui viver tranqüilamente”. Os benefícios, diz ele, são maior produtividade e menos trabalho.

O país é um pequeno produtor de algodão, mas seus agricultores representam um grupo dentro dos países em desenvolvimento, que atualmente são responsáveis por 70% da produção mundial. África do Sul representa 8% da produção mundial, enquanto Índia, China e Paquistão, juntos, produzem quase a metade. Os agricultores de menores recursos são os que mais ganham com os benefícios do algodão GM.

A região onde está Buthelezi, Hlokohloko, abriga uma associação de produtores de algodão Bt. Segundo o agricultor, 90% de seus colegas na localidade plantam essa variedade.

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