Na Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, cientistas modificaram geneticamente a Arabidopsis thaliana, só que com dois genes da bactéria Escherichia coli. Com isso, a nova variedade da planta consegue retirar do solo o arsênio, que pode causar câncer ou afetar o sistema nervoso central. A contaminação com esse semimetal, usado na fabricação de vidros, cristais, inseticidas e tintas, entre outros, é comum principalmente em áreas populosas. Na Índia, estima-se que 250 mil pessoas consumam água com arsênio. Além do ensaio com a Arabidopsis, a universidade norte-americana também desenvolveu algodoeiros transgênicos para limpar áreas contaminadas por mercúrio.