A Argentina autorizou o plantio, o consumo e a comercialização de uma variedade de algodão transgênico resistente a insetos lepidópteros (lagartas que infestam lavouras de algodão) e tolerante ao herbicida glifosato. O país é o segundo, depois dos Estados Unidos, no cultivo mundial de organismos geneticamente modificados, com um total de 21 milhões de hectares cultivados.

A aprovação ainda permite a comercialização de todos os derivados dos cruzamentos da variedade GM com qualquer algodão que não tenha sido modificado geneticamente.

Assim que aprovado, a Comissão de Nacional de Biotecnologia Agropecuária da Argentina, a Conabia, afirmou que “a liberação extensiva do Organismo Vegetal Geneticamente Modificado não produzirá impacto significativo sobre o meio ambiente e que não houve nenhuma diferença significativa entre o algodão convencional e o algodão que contém os eventos MON531 x MON1445.

De qualquer maneira, o Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar (Senasa) encarregado de avaliar a segurança alimentar do cultivo, anunciou que, após o processo de avaliação do algodão geneticamente modificado, não encontrou objeção científica em relação à inocuidade alimentar humana e animal.

Fonte: AgroBio Colombia