Árvores com crescimento mais rápido e menor teor de lignina estão sendo consideradas a solução para o caro processo de energia intensiva que transforma a madeira em papel. Pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte (EUA), liderados pelo cientista Vincent Chiang, já consideram possível o desenvolvimento dessa variedade de árvore GM. A equipe espera reduzir, com esse produto, o teor de lignina de 40% para até 50%. Com isso, além de conseguir aumentar o teor de celulose, será possível produzir em menos espaço, reduzindo a derrubada de florestas naturais.

As indústrias madeireiras gastam mais de US$ 6 bilhões por ano para separar a celulose da lignina.

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