O primeiro ministro da República Popular da China, Wen Jiabao, disse recentemente que o país poderá gastar US$2,9 bilhões adicionais em ajuda estatal para o desenvolvimento da biotecnologia nos próximos 15 anos, para garantir a segurança alimentar do povo chinês contra a pobreza e a fome. Na semana passada, a China aprovou a regulamentação da importação de uma variedade de soja resistente ao glifosato.

O interesse chinês no desenvolvimento de sua própria base de biotecnologia pode ser mostrado em números. Recentemente, o Conselho de Estado da China aprovou um fundo especial para a Ciência e Tecnologia no intuito de incentivar a pesquisa de novas variedades de sementes transgênicas entre 2006 e 2020.

Ao longo dos anos, o governo chinês também tem implementado programas que priorizam o desenvolvimento da biotecnologia e que contemplam um espectro amplo de pesquisa básica e desenvolvimento de alta tecnologia, e o estabelecimento de laboratórios e centro de engenharia, entre outros.

O País também adotou políticas preferenciais quanto aos impostos e capital de risco para institutos de pesquisa e empresas de alta tecnologia. Hoje a China conta com mais de 400 universidades, institutos e companhias de pesquisa e um total de 20 mil cientistas envolvidos em biotecnologia.

Fonte: Agro-Bio México