Há alguns anos, o cientista Charles Arntzen vinha pensando em utilizar produtos alimentares como base de vacinas contra doenças humanas e agora, como professor do Arizona State e diretor do Arizona Biodesign Institute, ele conseguiu. Está na vanguarda de um movimento de edição de vacinas e concluiu estudos que utilizam a batata como ingrediente de uma vacina contra a hepatite B. Pelo que constatou, a vacina incentiva a produção de anticorpos para combater o vírus, mas ainda resta a ele provar que há maior eficiência em relação à vacina convencional injetada. Se o resultado for satisfatório, Arntzen acha que a Food & Drug Administration (FDA) irá aprovar o produto, que poderá, assim, estar disponível em cerca de cinco anos. “Estamos tentando criar um novo paradigma”, disse o cientista, ressaltando que esse novo tipo de vacina poderia salvar milhões de vidas. Segundo ele, a Unicef estima que 30 milhões de crianças ficam sem as vacinas básicas a cada ano no mundo e que 12 milhões delas morrem de doenças como difteria e tétano.

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