Trata-se de um trabalho muito importante para o país, uma vez que o vírus que ataca as plantações é responsável por perdas em torno de 80% da produção. A pesquisa está sendo realizada pelo Instituto de Pesquisas de Agricultura do Quênia (Kari), que tem um laboratório de biotecnologia para transformação genética de batatas doce da África.

Entre as entidades que colaboram com o projeto está o International Service for the Acquisition of Agri-biotech Applications (ISAAA), cujo papel é identificar parceiros apropriados para as diversas etapas de implementação.

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