A comunidade científica internacional precisa ter presença significativa nas estratégias de divulgação dos benefícios da biotecnologia ao público consumidor. A conclusão surgiu de um painel de especialistas denominado “Transatlantic Affairs and Global Nutrition”, realizado em Washington na penúltima semana de novembro.

Um dos palestrantes, pesquisador da International Food Policy Research Institute (IFPRI), Pinstrup-Anderse, disse que a discussão entre o público sobre a segurança dos organismos geneticamente modificados (OGMs) tem sido dominada por Organizações Não-Governamentais (ONGs), “que focam apenas ‘riscos desconhecidos’ da tecnologia, e não todos os seus benefícios nutricionais, de custo e ao meio ambiente”.

Para ele, informações distorcidas é que causaram a recusa recente do Zâmbia em receber auxílio alimentar (envolvendo GMs e não GMs misturados ) vindo dos EUA, na crença do governo daquele país de que os genéticos são inseguros. Para o vice-presidente de biotecnologia e mercado da CropLife America, Isi Siddiqui, cabe aos cientistas chamarem a atenção da mídia para o fato de que OGMs têm provado serem tão seguros quanto os alimentos convencionais.

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