Essa autorização incentiva centros de pesquisa colombianos a continuar com suas atividades no intuito de contribuir para aumentar a produtividade do campo.

A Corporação de Investigações Científicas de Medelin, na Colômbia, recebeu autorização do governo para realizar estudos com a batata geneticamente modificada (GM). A pesquisa ajudará a desenvolver variedades que se adequem melhor às condições locais e que combatam as doenças que atingem as batatas do país.

A principal praga que atinge as batatas na América Latina é a larva de Tecia solanivora (a praga chamada polila guatemalteca). Por meio da engenharia genética se pretende criar variedades resistentes ao inseto. O processo consiste na inserção de um gene sintético da bactéria Bacillus thuringiensis que codifica uma proteína que é ativa contra esses insetos.

Para o pesquisador da Unidade de Biotecnologia Vegetal da Corporação para Investigações Biológicas, Diego Villanueva, o objetivo é reduzir em grande porcentagem a quantidade de herbicidas aplicados na plantação.

Essa autorização incentiva centros de pesquisa colombianos a continuar com suas atividades no intuito de contribuir para aumentar a produtividade do campo. As pesquisas vão ser realizadas sob as condições de biossegurança.

18-06-2010

Fonte: ArgenBio– 15 de Julho de 2010