Pesquisadores dos Estados Unidos acharam novos meios de ´´amarrar´´ bases artificiais de DNA, mais robustas e resistentes que as naturais. As técnicas podem ajudar na criação de material genético alterado para aplicações na medicina e na biotecnologia. Floyd Romesberg e co-autores do Instituto de Pesquisa de Scripps, em La Jolla, Califórnia, descobriram uma enzima capaz de montar DNAs. Noutro estudo, Steven Benner, da Universidade de Flórida, usou uma enzima feita pelo HIV para a mesma finalidade. A enzima de Benner pode até mesmo fazer múltiplas cópias de DNA não-natural, abrindo a possibilidade de que o código genético faça cópias de si mesmo.

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