“Que os fatos falem por si”. Este é o título do mais recente documento avalizado por dez associações americanas, lideradas pela ASA – American Soybean Association (Associação Americana de Soja), que lista 19 mitos (denominados factóides) a respeito da biotecnologia, assim como uma contra-argumentação específica para cada um deles, com base em dados científicos e estatísticos.

O documento destaca que o uso de organismos geneticamente modificados (OGMs), ao contrário do que dizem os críticos, beneficia o meio ambiente: “A adoção generalizada do plantio direto, especialmente na cultura da soja, foi facilitada pelo uso da planta resistente a herbicidas”. Afirma ainda o relatório que o plantio direto é uma técnica que permite ao agricultor plantar sem necessidade de arado, reduzindo a erosão e mantendo a umidade natural do solo.

O texto trata dos aspectos ambientais, médicos, agrícolas, comerciais e legais dos OGMs, fornecendo respaldo para o leitor se aprofundar no assunto. Além da ASA, representada pelo seu diretor técnico, Kimball Nill, assinam o relatório outras nove associações de agricultores norte-americanos, entre as quais o National Cotton Council (Conselho Nacional de Algodão) e a National Corn Growers Association (Associação Nacional de Produtores de Milho).

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