O impacto dos alimentos geneticamente modificados na produção e no comércio de alimentos no leste da África será o topo da agenda que abrirá uma reunião convocada por uma associação de biotecnólogos africanos em Nairobi. Os delegados são dos países membros do Mercado para o Comércio Comum do Leste da África do Sul, sob os auspícios da Associação para Reforçar a Pesquisa Agrícola da África Oriental e Central (Asareca) e Centro Africano para a Estudos Tecnológicos (Atos). Asareca e Atos vão apresentar os resultados de um estudo piloto em OGMs realizado no Quênia, Uganda, Tanzânia, Etiópia, Egito e Zâmbia.

Os relatórios que sustentam os OGMs dizem que variedades de milho e algodão de diversos OGMs disponíveis têm potencial local para aumentar a produtividade e reduzir os custos da produção.

Fonte: The East African – 29 de maio de 2006