Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Carbondale (EUA) não detectou rastro de DNA “estranho” no sistema digestivo de jovens porcos que foram alimentados com milho GM. Tal resultado indica que a proteína expressa pelo gene adicionado ao milho por meio da biotecnologia não sobreviveu ao processo digestivo.

A pesquisa reforça os resultados de um outro trabalho, realizado com porcos maiores e mais velhos, cuja análise do sistema digestivo e das fezes dos animais não apontou a presença do transgene.