Um estudo destinado a comparar sistema de rotação de plantações convencionais e GMs quanto ao impacto ambiental mostrou que os transgênicos resistentes a herbicidas podem ser mais facilmente manipulados sem destruir a biodiversidade. O estudo foi elaborado na Grã-Bretanha e coordenado por Jeremy Sweet. Demorou quatro anos e se intitula Botanical and Rotational Implications of Genetically Modified Herbicide Tolerance (Bright).

Apresentado na revista Nature, o estudo envolveu a beterraba e a canola GM e variedades convencionais de cevada e trigo. A condução da experiência foi feita por cinco diferentes centros de pesquisa da Inglaterra, utilizando modelos de rotação que os agricultores usam para preservar nutrientes do solo ou interromper a vida útil de pragas.