Cinco projetos de pesquisas encomendadas pela Food Standards Agency (FSA) concluíram ser extremamente improvável que genes de Organismos Geneticamente Modificados (OGMs) possam se transferir para bactérias nos intestinos dos consumidores. A principal preocupação dos especialistas da FSA – um órgão independente britânico encarregado de supervisionar a saúde pública e os alimentos consumidos pela população – era quanto a um gene de resistência a antibióticos que é encontrado no milho geneticamente modificado aprovado pela União Européia.
Os estudos investigaram a transferência do gene de resistência a antibiótico para bactérias do intestino humano de alguns voluntários. Nenhum material geneticamente modificado sobreviveu à passagem por todo o aparelho digestivo humano. Quatro dos projetos já haviam sido divulgados e o último, que completa o estudo, será publicado em breve numa revista científica.
A íntegra deste texto está no site http://www.food.gov.uk/science/sciencetopics/gmfoods/gm_reports