O decorativo hibisco, que cresce em Taiwan, na China e na Índia e já é utilizado como alternativa para combater a pressão alta, agora pode tornar-se também um elemento do mundo farmacêutico, funcionando como terapia para baixar o nível de colesterol. E nisso que está trabalhando a equipe do Taiwan’s Chunshan Medical University, segundo reporta o Journal of the Science of Food and Agriculture.
Os pesquisadores descobriram que a flor contém antioxidantes que são conhecidos por reduzir o perigo de acumular gorduras nas artérias. Utilizando ratos como cobaias, o estudo envolveu ração de animais com extrato de hibisco, medindo depois os níveis de densidade de baixa lipoproteína ou “colesterol ruim”. O resultado foi que o extrato da flor reduziu significativamente a formação de gorduras nas artérias e assim o nível de colesterol.
O chefe da equipe, Wang Chau-jong, disse que a pesquisa mostra que o extrato pode ser usado na prevenção e no tratamento de várias doenças cardiovasculares em que o colesterol tem papel central.