Na Nova Zelândia, o Forest Industries Council está negociando uma significativa mudança com o Forest Stewardship Council (FSC) para permitir que sejam empreendidas pesquisas com árvores geneticamente modificadas.

A idéia é conseguir do FSC a permissão para as companhias florestais trabalharem com essa espécie. A pesquisa tem a intenção particular de combater a ameaça potencial à variedade Pinus radiata.

A permissão é um segundo passo no processo que começou em 2001, quando o Forest Research Institute recebeu permissão do Environmental Risk Management (Erma) para proceder às plantações-teste da variedade GM dessa espécie. As árvores GMs eram plantadas em estufas e agora crescem em áreas abertas. O chefe de operações do Forest Research Institute, Tom Richardson, disse que os testes poderiam responder a algumas questões sobre modificação genética que são relevantes para o setor florestal, incluindo aí potenciais impactos sobre o solo.

Nos EUA

Na área florestal norte-americana tem sido rápido o avanço das variedades GMs, em várias regiões. Os cientistas estão trabalhando para criar árvores que cresçam mais rapidamente, tenham madeira de melhor qualidade, combatam a poluição e até sirvam como detectadoras da presença de poluição química e de germes. Há também pesquisadores que inserem genes para reduzir a quantidade de substância tóxica no processo de transformação em papel.

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