O Ministério da Agricultura japonês divulgou informações que dão conta de que, apenas nos primeiros cinco meses deste ano, 21 tipos de plantas geneticamente modificadas (GMs) foram liberadas para produção experimental e uso em alimento ou ração para animais. Esta aprovação ultrapassa o número de 2002, quando 18 tipos de culturas GMs foram testadas de janeiro a julho.

Entre os cultivos nos primeiros estágios de desenvolvimento em plantações isoladas estão variedades de algodão e milho resistentes a insetos e herbicidas. Além disso, começam a ser testadas também as plantas transgênicas de segunda geração, enriquecidas com aminoácidos como lisina e triptofano – importantes na síntese de proteínas –, além de variedades de plantas mais eficientes no processo de fotossíntese.

Um processo semelhante de liberação ocorreu na França, onde o Ministério de Agricultura local aprovou, este ano, 14 propostas de cultivo de plantas geneticamente modificadas em caráter experimental. O Grupo de Estudos e de Controle das Variedades de Sementes (GEVES) e algumas empresas de biotecnologia solicitaram a liberação de plantações como milho, beterraba açucareira e tabaco GMs. Também fazem parte da lista uma variedade de milho com melhor qualidade nutricional e outra mais eficiente na absorção de nitrogênio.

As informações são do Ministério da Agricultura do Japão e do Ministério da Agricultura da França.