Experimentos em laboratório com mandioca geneticamente modificada (GM) foram finalizados e o Instituto Nacional de Pesquisa e Recursos em Safras de Namulonge (NCRRI), na Uganda, solicitou permissão do comitê de Biossegurança local para transferir a mandioca GM da estufa para os campos.
“Acabamos a experiência de laboratório. Se nossa aplicação receber uma consideração favorável do comitê, teremos a primeira mandioca GM no campo”, afirma Dr. Yona Baguma, pesquisador do instituto. Baguma acredita ter todas as ferramentas que podem ser usadas para melhorar geneticamente o tipo de mandioca com que trabalham atualmente no país.

Um dos papéis do comitê de biossegurança é garantir uma conduta adequada e ética das pesquisas, além da segurança dos produtos GM para os seres humanos e para o meio ambiente. A planta da mandioca deve ainda ser submetida a vários testes. Recentemente, o instituto de pesquisa surgiu com materiais de colheita que apresentam resistência ao mosaico da mandioca e à podridão parda da haste, duas doenças que atacam severamente as lavouras de mandioca.

Fonte: CheckBiotech 7.01.09