O instituto de pesquisas norteamericano Texas AgriLife reuniu dois mapas parciais do genoma do melão realizados por cientistas da França e da Espanha, conseguindo o primeiro mapa genético da fruta.

Com isso, os melhoristas agora têm a possibilidade de otimizar os traços característicos do melão, como sabor, aroma e doçura. Mais ainda: podem melhorar sua resistência a doenças.

Kevin Crosby, líder da pesquisa realizada no Texas AgriLife, explicou que “agora podemos identificar mais facilmente os genes relacionados com o alto conteúdo de açúcar, a resistência a doenças e a tolerância à seca”.

Além disso, com o mapa do genoma do melão, os pesquisadores puderam localizar os marcadores moleculares que estão relacionados com a produção de açúcares e vitamina C.

Os resultados da pesquisa foram publicados na revista americana “Journal of the American Society of Horticultural Sciences”.

Fonte: AgroBio Colômbia – 17 de julho de 2009