As mulheres fazendeiras estão sendo consideradas como figuras-chave na implementação de OGMs. Em discurso feito em Washington, no evento Business Women’s Network Summit, a vice-presidente sênior de relações públicas da Monsanto, Sara Hull, disse que a nova tecnologia aplicada à agricultura pode contribuir para aumentar a auto-suficiência das mulheres nas fazendas. “As mulheres são vitais na alimentação do mundo”, enfatizou Sara. Ela disse ainda que muitas mulheres estão aprendendo cada vez mais sobre os benefícios econômicos e ao meio ambiente conseqüentes da plantação de OGMs, “inclusive conseguindo maiores lucros, maior produtividade na fazenda e redução do uso de pesticidas”. A executiva da Monsanto informou que as mulheres são responsáveis pelo fornecimento de 60% a 80% de alimentos no mundo, de acordo com dados da Food and Agriculture Organization of the United Nations. “Assim, a biotecnologia torna-se particularmente interessante a elas.”

Clique aqui para ler a íntegra da matéria em inglês.