A nova vacina, VPM1002, desenvolvida pelo Instituto Max Planck, é baseada na que tem sido usada desde 1921, a BCG, e foi geneticamente modificada para evitar a infecção da bactéria da tuberculose com muito mais eficácia.

A vacina BCG (sigla para o nome da bactéria Bacillus Calmette-Guérind), que foi desenvolvida por pesquisadores franceses, é a vacina viva mais freqüentemente administrada no mundo. No entanto, segundo os pesquisadores, ela tem se mostrado ineficaz.

De acordo com eles, o que acontece é que as bactérias da vacina são capturadas pelas células detritívoras (que se alimentam de restos) do sistema imune humano e acabam sendo digeridas e eliminadas, o que diminui a eficácia da BCG. No entanto, a engenharia genética permitiu a modificação destas bactérias, possibilitando que elas escapem das células detritívoras, armando o sistema imune contra o patógeno da tuberculose.

FONTE: The Weblog Biotech – 21 de setembro de 2008.