Por ser rico em gordura polinsaturada, o óleo da soja é considerado saudável e contribui para a diminuição dos níveis de colesterol no sangue. Porém, gorduras polinsaturadas apresentam problemas quando submetidas às altas temperaturas, tornando-se inadequadas para utilização na culinária, o que requer hidrogenação antes de serem utilizadas. Esse é o caso das margarinas. O processo acaba convertendo a gordura polinsaturada em saturada, que não considerada saudável. Alguns tipos de soja foram desenvolvidos por uma modificação genética específica para produzir óleo com altos teores de ácido oléico, com pouca gordura saturada. O gene responsável por isso foi isolado da própria soja e introduzido em variedades comerciais dessa cultura. O nível de ácido oléico expresso nessa soja geneticamente modificada excede 80%, que é maior do que os níveis encontrados nos óleos de oliva e canola. Essa soja vem sendo testada nos EUA e Canadá, sem que se tenha observado qualquer diferença com relação ao produto convencional, no tocante às características agronômicas e susceptibilidade a insetos e doenças. Da mesma forma, nenhuma característica de erva daninha foi observada na soja geneticamente modificada ou mesmo diferença com relação à sua adequabilidade para alimentação animal. Além disso, não foram constatadas diferenças no que diz respeito ao potencial de indução de alergias, quando se comparada com a soja não transformada geneticamente. A soja é uma planta cultivada em mais de 80 países e os principais produtores mundiais são Estados Unidos, Brasil, Argentina, e China. Índia, Canadá e Paraguai. Os seus grãos constituem uma das principais fontes de óleos vegetais e a proteína dessa planta é um dos principais ingredientes de rações para animais. Além disso, a soja também é usada como óleo comestível, ingrediente de margarinas e até como leite. http://64.26.172.90/unl2/dbase.php?action=ShowProd&data=G94-1%2C+G94-19%2C+G168