Intercâmbio de especialistas em biotecnologia e colaboração na pesquisa de plantas e arroz transgênicos foram o foco de parceria entre o Paquistão e a China.

Segundo o professor Atta-ur-Rahman, do Ministério de Ciência e Tecnologia paquistanês, e líder nas negociações com a China, seu país tem potencial para tornar-se um agente no mercado global de tecnologia nos próximos três anos. Ele disse ainda que a agricultura do Paquistão deverá desenvolver uma infra-estrutura que ajude a atrair investimentos internacionais.

No começo deste ano, o país elaborou uma ação nacional de biotecnologia com plantas para dar prioridade à produção de vacinas, a biodiagnósticos e para maior produtividade das plantações. Nos últimos três anos, o Paquistão já investiu US$ 16,5 milhões na promoção da biotecnologia.

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