Pesquisadores do Instituto de Biotecnologia da Universidade de Granada, da Rede Nacional de Pesquisa do Envelhecimento da Espanha, concluíram estudo que demonstrou que o consumo de milho adia o envelhecimento devido ao alto conteúdo de melatonina, substância produzida em pequenas quantidades pelo corpo com propriedades antioxidantes que retardam a degeneração neuronial.

O milho cumpre ainda o importante papel de ajudar a prevenir doenças crônico-degenerativas por possuir a substância ß-glucano, que protege contra enfermidades cardiovasculares. O uso do milho está presente também na indústria farmacêutica, onde é empregado em aproximadamente 85 tipos diferentes de antibióticos.

Seja transgênico ou convencional, o milho é um alimento rico em nutrientes e possui fibras, carboidratos, vitaminas A e do complexo B, proteínas e minerais como o ferro, fósforo, potássio e cálcio. Como fonte de energia, possui açúcares, amidos, lipídios e calorias e tem a cada 100 gramas cerca de 360 kcal, sendo 70% de glicídios, 10% de protídeos e 4,5% de lipídios.

Além disso, as farinhas de milho industrializadas no Brasil são enriquecidas com ferro e vitamina B-9 (ácido fólico) para prevenir a incidência de casos de anemia e de mielomeningocele, doença que acometem recém-nascidos. As informações são da Abimilho.

Fonte: Agrolink – 12 de julho de 2008