Plantas que mudam sua cor quando detectam sinais de contaminação química é o que biologistas da Universidade Estadual de Colorado (EUA) estão desenvolvendo para múltiplos usos. O elemento essencial nesse processo é a clorofila, responsável pela cor verde da planta. No outono, muitas plantas param de produzir a clorofila preparando-se para a época de queda das folhas.

Para utilizar esse sistema de perda, os cientistas escolheram a planta denominada Arabidopsis, que já teve sua seqüência genética decifrada. A intenção é desenvolver um processo que faça com que a planta perca a cor verde em horas, e não em dias, como é o processo natural.

Para tornar essa planta uma “sentinela” no nosso cotidiano, os pesquisadores vão criar um sistema receptor que irá “reconhecer” a presença de elementos químicos, tais como toxinas, gases e poluidores do meio ambiente. Falando sobre opções futuras, o Dr. Reddy, um dos pesquisadores, disse que esse receptor poderá detectar presença de outros elementos biológicos e químicos logo que eles desenvolverem um modelo eficiente com a Arabidopsis.

Essa planta poderá ser colocada em escritórios, locais de grande circulação de pessoas e shopping centers para ajudar como um alerta individual a um ataque bioterrorista.

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