Pesquisadores da Universidade de Buenos Aires (UBA) e do Museu de Ciências Naturais Bernardino Rivadavia, na Argentina, indicaram o emprego de uma tecnologia alternativa conhecida como fitorremediação para a descontaminação de cursos de água. A capacidade depuradora de um junco aquático que absorve metais pesados como o zinco foi testada com êxito em lodos obtidos em Riachuelo e em um lamaçal a céu aberto.

Uma equipe integrada por Pesquisadores de Higiene e Sanidade da Faculdade de Farmácia e Bioquímica da UBA, a Cátedra de Química Analítica da Faculdade de Agronomía da UBA e o Museu de Ciências Naturais Bernardino Rivadavia estuda a dinâmica e a toxicidade de contaminantes no rio Matanza Riachuelo e testa estratégias de fitorremediação.

A fitorremediação é um método que pode ser de utilidade para extrair do curso de água substâncias contaminantes como metais pesados (cromo, cadmio, níquel, cobre e zinco) ou compostos orgânicos (incluindo os derivados de petróleo). Os vegetais empregados devem ter a capacidade fisiológica e bioquímica de absorver, reter e degradar os contaminantes, transformando-os em outras formas químicas menos tóxicas.

Fonte: <ahref=”http://www.porquebiotecnologia.com.ar/doc/reportes/result_indiv.asp?Id=3288″ target=”_blank”>Agrobio Argentina- 15/12/2006