Plantas geneticamente modificadas podem ser utilizadas como biosensores para detectar presença de explosivos, elementos tóxicos e outros tipos de artefatos bélicos presentes no solo. Um projeto que já dura três anos, financiado com US$ 2,3 milhões, foi contratado pela Agência de Pesquisas de Projetos Avançados, do Departamento de Defesa norte-americano está utilizando as plantas GM para limpar enormes áreas que têm sido utilizadas para treinamento de soldados americanos.

“Bactérias e plantas podem ser desenvolvidas pela engenharia genética para produzir visíveis sinais quando da presença de TNT e outros produtos degradantes no solo”, disse o professor de Microbiologia, Lonnie Ingram. Ele exemplifica com uma bactéria “sentinela” que está sendo desenvolvida para ser pulverizada em solos contaminados e assim produzir pigmentos fluorescentes. O resultado é que o solo é “pintado” por esses pigmentos com cores que mostram a presença de explosivos químicos. Ingram disse ainda que as plantas e bactérias GM podem também ser desenvolvidas para monitorar outros tipos de elementos, como poluição ambiental, pesticidas e contaminação química.

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