“Compreender o genoma da espécie suína conduzirá a avanços em relação à saúde da população desses animais e no desenvolvimento de vacinas”, disse Roger Beachy, diretor do Instituto Nacional de Alimentação e Agricultura dos Estados Unidos (Nifa, na sigla em inglês). “Este novo conhecimento sobre a composição genética da população suína pode ajudar a reduzir doenças e permitir avanços médicos tanto para a saúde desses animais quanto para a de seres humanos.”

Com 98% da sequência genômica concluída, os pesquisadores poderão identificar os genes relacionados à produção de carne, à imunidade, e a processos fisiológicos. As informações já ajudarão a desenvolver medidas de prevenção de doenças que acometem os suínos – e, às vezes, também os seres humanos –, além de auxiliar na preservação de tipos suínos raros, ameaçados e selvagens.

O Nifa proveu um financiamento de US$ 10 milhões em 2006 para a Universidade de Illinois na Urbana-Champaign (UIUC, em inglês). O custo total foi de cerca de US$ 24,3 milhões, com apoio adicional do Serviço de Pesquisa Agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, em inglês) e de outras fontes norte-americanas, asiáticas e europeias.

Fonte: Pig Progress – 3 de novembro de 2009