Avanços na engenharia genética têm tido impacto positivo na produção química, não só pela eficiência da biotecnologia, mas também pela redução nos custos de produção e na redução do impacto ambiental.

A biotecnologia já está sendo usada como ferramenta para a produção de commodities químicas, a exemplo do etanol, e especialidades químicas, como nutrientes e substâncias farmacêuticas.

Uma dessas aplicações da ciência é o trabalho com os grupos superiores de microrganismos para aumentar a produtividade de determinada enzima, propiciando maior estabilidade térmica e um tempo menor de reação, segundo diz o analista Michael Valenti. Levará certamente algum tempo para produzir antidepressivos utilizando enzimas ao invés de métodos sintéticos industriais, “mas a biotransformação tornará isso possível”.

Pesquisadores na Alemanha desenvolveram um processo de fermentação que não envolve procedimentos químicos sintéticos, para produzir o aminoácido lisina de forma semi-sintética. Este processo é mais econômico que o tradicional por envolver o uso de glicose, um material de custo relativamente baixo.

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