Uma das alternativas à utilização de combustíveis derivados do petróleo é a produção de álcool pela fermentação de açúcares produzidos por vegetais. É por isso que o milho acaba sendo considerado como uma alternativa de grande potencial, pela possibilidade de utilização do amido para produção de etanol. Uma pesquisa coordenada por Bruce S. Dien, de Illinois, avaliou a produção de etanol derivado de milho, a partir da comparação dos híbridos convencionais e híbridos geneticamente modificados com a proteína inseticida Bt. A pesquisa mostrou que as condições de digestão do amido, que influenciam a eficiência da produção de etanol, assim como o conteúdo total desse açúcar, não foram diferentes nos híbridos convencionais e nos modificados geneticamente. Além disso, a proteína Bt existente no milho transgênico não foi detectada no etanol produzido. Os cientistas verificaram ainda que essa proteína foi rapidamente desativada pelo calor, durante fases do processo de fermentação do amido.
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www.ars.usda.gov/is/AR/archive/jul02/track0702.htm.