A Autoridade Européia em Segurança Alimentar (EFSA) mostra em novo relatório que não há evidência de que alimentos geneticamente modificados na ração animal possa ter um efeito nocivo à carne.

A pesquisa seguiu a solicitação da Comissão Européia cujo objetivo foi saber se, de alguma forma, os produtos transgênicos podiam ser incorporados aos tecidos animais e a seus produtos, como ovos e leite.

No relatório foi escrito que “fragmentos de DNA recombinante ou proteínas derivadas de plantas geneticamente modificadas não foram detectadas nos tecidos, fluídos ou produtos comestíveis de animais de sítio, como frangos, gado, porcos e codornizes”.

O estudo cita também que a rápida quebra do DNA e proteínas durante a digestão reduz a chance de eles serem absorvidos intactamente pelo leite, ovos ou músculos dos animais.

O estudo também verificou se o DNA de alimentos GM poderia ser absorvido por seres humanos. Foi chegada à conclusão de que o DNA recombinante não sobrevive intactamente ao processo do trato digestivo, e que, portanto, não acarreta riscos ao homem.

Este fato já está comprovado por inúmeros estudos realizados com diferentes animais e em diferentes tecidos (vísceras, fígado, rins, sangue, músculos, etc.)

Em outro material, a EFSA reafirmou a avaliação de segurança de determinada variedade de milho resistente a pragas do solo, após cientistas franceses terem publicado um novo estudo que levanta dúvidas sobre a segurança de tal evento. A instituição afirmou que não vê nenhuma razão para revisar suas opiniões anteriores, considerando que o milho não teria efeito adverso no contexto proposto de seu uso.

Fonte: All about feed – 3 de agosto de 2007 e GMO Compass – 17 de junho de 2007