Cientistas descobriram que um fungo causa a vulnerabilidade das plantas a doenças.

Pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, pretendem aumentar a vida pós-colheita das rosas. Por meio da inserção de um gene do aipo as rosas seriam capazes de se defender de doenças mesmo depois de cortadas. Uma das maiores pragas pós-colheita, o crestamento das pétalas, que faz com que as pétalas desmanchem e apodreçam, poderia ser combatido por essa técnica.

Os fungos que infectam as plantas são os responsáveis pela produção de uma substância chamada manitol, que interfere na capacidade delas de bloquear doenças. Os cientistas John Dole e John Williamson inseriram um gene do aipo capaz de decompor o manitol na rosa, permitindo que a planta se defenda.

As rosas geneticamente modificadas estão em fase de ensaios de laboratório na Carolina do Norte. O prolongamento de vida pós-colheita das rosas é de grande interesse para a indústria de floricultura, principalmente no aspecto de exportação. “O objetivo final é conseguir que as rosas sobrevivam por três ou quatro semanas depois de cortadas”, explica Dole.

Fonte: Universidade da Carolina do Norte– 17 de março de 2011