Os governos da Escócia e do País de Gales pretendem, antecipadamente, seguir com a obtenção de licença para comercialização de produtos geneticamente modificados, mesmo antes dos resultados dos debates em torno de um eventual fim à moratória européia na produção de organismos GMs.

A secretária britânica do meio ambiente, Margaret Beckett, decidiu que 18 aplicações para a União Européia – envolvendo produtos como milho, canola, beterraba açucareira e algodão – são impossíveis de serem paralisadas. Segundo ela, o governo britânico não tem alternativa a não ser processá-las. Nas últimas semanas, a Bayer foi autorizada diretamente por Beckett a plantar e comercializar canola GM, e, a Monsanto, a importar millho geneticamente modificado.

O debate público em torno de alimentos geneticamente modificados deve iniciar em maio e terminar em setembro na Europa.

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