Um documento recentemente divulgado pela Sociedade de Toxicologia dos Estados Unidos (site da sociedade) traz a avaliação da entidade sobre os riscos associados com plantas geneticamente modificadas, considerando o conceito de equivalência substancial.


De acordo com o texto, esses riscos não são diferentes daqueles que existem em plantas obtidas pelo melhoramento convencional. A avaliação foi baseada em extensiva comparação de estudos sobre composição química, qualidade nutricional e níveis de componentes potencialmente tóxicos, entre organismos geneticamente modificados e outros obtidos por técnicas convencionais de melhoramento.


A conclusão do trabalho é de que até o momento nenhuma evidência de efeitos adversos para a saúde foi constatada com o uso de alimentos obtidos pela biotecnologia. A Sociedade de Toxicologia dos Estados Unidos, fundada em 1961, conta com 5.200 membros e composta de cientistas, instituições acadêmicas, governamentais, de representantes da indústria e por uma grande variedade de profissionais que trabalham com toxicologia naquele país e em outras nações do mundo. As referências científicas utilizadas no documento podem ser obtidas aqui.