A questão parece impossível, mas pesquisadores da Universidade do Arizona (EUA) estão combinando conhecimentos de nanobiologia e eletrônica para produzir uma nova geração de microchips que obtêm energia a partir de proteínas de células vivas geneticamente modificadas. Caso os estudos apresentem resultados positivos, será possível fabricar circuitos menores, mais baratos e capazes de executar mais funções em celulares, computadores e MP3 players, entre outros sistemas.
O foco das pesquisas são as proteínas chamadas microtubules, que formam fios longos e ocos que separam cromossomos e DNA e permitem a divisão celular. Os cientistas descobriram que esses fios conduzem eletricidade e, portanto, poderiam ser usados na conexão de micro-circuitos.

Fonte: Jornal The Arizona Republic: http://www.azcentral.com/arizonarepublic/business/articles/0427biz-innovator0427.html.