Um grupo de pesquisadores do Texas (EUA) desenvolveu uma vacina contra a brucelose – doença de animal transmissível ao homem – que traz mais vantagens do que as atualmente existentes, uma vez que não apresenta virulência residual (capacidade de multiplicação e sobrevida no corpo vacinado).

Para isso, o gene vjbR, regulador de virulência, da linhagem vacinal S19, foi inativado.

O potencial da vacina foi testado em camundongos, veículo em que ela foi efetiva no estímulo da produção de IgG (imunoglobina específica contra a Brucella). Observou-se ainda que uma única dose desta nova vacina confere níveis mais elevados de produção IgG do que os obtidos com a vacina já existente. Os animais foram testados com linhagem mutante viva encapsulada ou não encapsulada, a fim de avaliar a imunogenicidade, ou seja, a capacidade de induzir uma resposta imune detectável), a segurança e a eficácia protetora.

Fonte: Infection and Immunity 02.2009